sexta-feira, 22 de abril de 2011

Vá e não peques mais...




O maior ensinamento de JESUS na terra foi o do perdão. Em várias passagens bíblicas podemos observar a aplicação deste mandamento.
Quando Maria Madalena seria apedrejada, Jesus conseguiu que todos repensassem sua trajetória e mostrou que todos nós, imperfeitos que somos, pecamos. Mas, que temos direito ao perdão.
"Os escribas e fariseus trouxeram à sua presença uma mulher surpreendida em adultério, fazendo-a ficar de pé no meio de todos e disseram a Jesus: Mestre, esta mulher foi apanhada em flagrante adultério. E na lei nos mandou Moisés que tais mulheres sejam apedrejadas; tu, pois, que dizes? Mas Jesus, inclinando-se escrevia na terra com o dedo. Como insistissem na pergunta, Jesus se levantou e lhes disse: aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra. E tornando a inclinar-se, continuou a escrever no chão. Mas, ouvindo eles esta resposta e acusados pela própria consciência, foram se retirando um por um, a começar pelos mais velhos até os últimos, ficando só Jesus e a mulher no meio onde estava. Erguendo-se Jesus e não vendo ninguém mais além da mulher, perguntou-lhe: mulher, onde estão teus acusadores? Ninguém te condenou? Respondeu ela, ninguém, Senhor! Então, lhe disse Jesus, nem Eu tampouco te condeno; vá e não peques mais".
(João - 8: 3)
A conduta de Jesus foi a de alguém que sempre teve contato com um Pai amoroso e fiel, pois estava presente com Ele desde oinício da criação. Ele nos ensinou que o Pai não olha o quanto pecamos e o nível do nosso pecado e sim se somos sinceros de coração no nosso arrependimento. "Vá e não peques mais", quer dizer que Deus nos aceita de volta, mas temos que ter o comprometimento de não pecarmos mais, tentarmos seguir uma vida correta e honesta. Talvez até caiamos, mas Deus estará pronto a nos segurar pela mão.
 Deus está sempre pronto a perdoar, Ele é "vagaroso em irar-se".

A parábola do Filho pródigo faz uma alusão ao que seria a misericórdia de Deus para conosco. 

Disse-lhe mais: Certo homem tinha dois filhos. O mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me toca. Repartiu-lhes, pois, os seus haveres. Poucos dias depois, o filho mais moço ajuntando tudo, partiu para um país distante, e ali desperdiçou os seus bens, vivendo dissolutamente. E, havendo ele dissipado tudo, houve naquela terra uma grande fome, e começou a passar necessidades. Então foi encontrar-se a um dos cidadãos daquele país, o qual o mandou para os seus campos a apascentar porcos. E desejava encher o estômago com as alfarrobas que os porcos comiam; e ninguém lhe dava nada. Caindo, porém, em si, disse: Quantos empregados de meu pai têm abundância de pão, e eu aqui pereço de fome! Levantar-me-ei, irei ter com meu pai e dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus empregados. Levantou-se, pois, e foi para seu pai. Estando ele ainda longe, seu pai o viu, encheu-se de compaixão e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou. Disse-lhe o filho: Pai, pequei conta o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho. 
Assim como o pai da parábola, Deus nos espera de braços abertos, pronto a perdoar nossas falhas.
Sua misericórdia é infinita. 
"Se você não vê mais direção, corra para os braçosdo Pai, Ele te sustentará".

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